domingo, 8 de dezembro de 2013

Quase Adeus







 Quase adeus


minha jangada adormece
no além mar
[tua lembrança nos braços] 




Eliana Mora, 8/12/13

6 comentários:

  1. A imagem de uma jangada (ou mesmo um barco) que adormece no infinito do horizonte já é, por si, de uma riqueza poética maior. O verso final, não apenas completa o dístico, como ainda o enriquece. Que magnífico, Eliana!

    O título lembrou-me um tema instrumental de Luiz Eça chamado Quase um Adeus, dado pelo Vinícius quando o ouviu. Poema e lembrança entrelaçaram-se e me encantaram aqui, agora.

    Meu carinhoso abraço, uma boa semana para ti.
    André

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    1. Caro André

      Adorei perceber que te lembraste de tantos detalhes, que bom!

      Com carinho e emoção, meu abraço,

      Eliana

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  2. [quantos mares trazemos dentro do peito,

    em cada um
    do nossos braços?]

    um abraço, Eliana

    Lb

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    1. Só o saberá o dono dos destinos
      dos infinitos
      dos voos, das naves...

      Beijos e abraços em ti, caro Leonardo,

      da Eliana

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  3. Belo poema com excelente ilustração. Bjs.

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    1. Melhor ainda tua presença aqui...obrigada, Ricardo!

      beijos, El

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a poesia agradece

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