quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Teus Versos




Teus versos



em cada instante da vida
a me banhar :
água pura da nascente.



Eliana Mora, dez/2011

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A t e n a s



A t e n a s 


Arena dos desejos;
triste negação da História.
[fogo destrói a memória].


Eliana Mora, 13/2/2012

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Espécimes Raros

 
 
 
 Espécimes raros
 

 
Cigarra canta.
Formiga trabalha.
Eu – lagartixo pelos cantos.
 
 
 
Eliana Mora, sem data

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

O Corpo






O  corpo 



que nos veste é estandarte,
via de passeio da emoção.
Véu - que sempre parte.



Eliana Mora, 02/2/2012

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Flores





Flores 



brotaram enfim, 
num coração de vidro : 
agora sim, és transparente.



Eliana Mora, 5/2/2012

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Ao Longe




Ao longe



Olhos de Mar,
estreitos sem teu rio : 
p e n i n s u l a r e s. 



Eliana Mora, sem data
In: 501 Poetrix

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

R u í n a s



Ruínas


em vestes caras, brilhantes
letras batidas, usadas :
canto do cisne.



Eliana Mora, 01/2/2012

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Um Tremor





Um tremor



da cor de um fruto, 
típico das terras tropicais. 
E eu, que nem te vejo mais...



Eliana Mora, 31/1/2012

sábado, 28 de janeiro de 2012

Antigos Frutos







ANTIGOS FRUTOS



hoje sementes; 
amanhã, apenas riscos 
[de existência eterna].



Eliana Mora, 25/1/2012

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Céu Estranho



Céu estranho 
 


brilho de marfim
cores meio sonho, meio fim 

[minhas retinas sentem tua boca]



©Eliana Mora, fev/2003

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

O CIPRESTE


 



 
O  C i p r e s t e



surdo  e solitário,
surpreende-se com o mundo
- a seu redor.


 Eliana Mora, março de 2003
[baú_to Vincent Van Gogh]

domingo, 22 de janeiro de 2012

Disque F para viver




Disque F para viver

 

fios invisíveis,
recursos indizíveis :
disque força_dentro de você. 

 
Eliana Mora, jan/2012

sábado, 21 de janeiro de 2012

De posse de um papel rasgado

 


De posse de um papel rasgado 



caí. Faltava-me o lápis.
De posse dos dois, morri.
[faltou-me inspiração].


Eliana Mora, Out/2004
Poetrix do Baú

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Um desejo, um frame






 
Um desejo, um frame


um átimo de tempo;
e a dor a mitigar-se, gentil,
para nova colheita de flores.



Eliana mora, 15/1/2012

domingo, 15 de janeiro de 2012

Nanotechnology







Nanotechnology



Ciência dos mínimos,
versos também.  Um nanocolo...
Ah, te descobrisse em alguém!



Eliana Mora, 10/Fev/2006 
[do Baú]